
Num ato sem precedentes, o artista equatoriano Gonzalo Gotasi apresentou o seu revolucionário movimento artístico e espiritual, o Piramidismo Cromático, perante representantes de todo o mundo na sede das Nações Unidas.
O evento, integrado numa conferência internacional sobre direitos humanos e criatividade transformadora, marcou um momento histórico em que a arte latino-americana vibrou no centro do diálogo global.
Através de uma obra vibracional inovadora e uma experiência audiovisual imersiva, a apresentação despertou grande interesse na interseção entre arte, espiritualidade e ação global.
Perante uma audiência composta por diplomatas, líderes culturais e pensadores visionários, Gotasi partilhou uma mensagem profunda:
“A cor não é apenas perceção, mas vibração. E cada forma geométrica é um portal para a transformação da consciência humana.”
A sua intervenção, sustentada pela sua trajetória e por uma visão que funde misticismo e estética, foi recebida com entusiasmo.
Criado no Equador, o Piramidismo Cromático propõe uma nova linguagem visual baseada em geometrias sagradas, energia vibracional e simbologia ancestral. Mais do que uma corrente artística, trata-se de uma filosofia viva que procura unir a humanidade em torno da cor como frequência da alma.

É relevante destacar que Gotasi conheceu, pela primeira vez, o programa Unidos pelos Direitos Humanos durante uma visita à Casa de L. Ronald Hubbard, em Bay Head, Nova Jérsia — uma experiência que o inspirou profundamente na sua missão de fundir arte, direitos humanos e consciência global. A campanha “Unidos pelos Direitos Humanos” é inspirada nas palavras de Hubbard:
“Os direitos humanos devem tornar-se uma realidade, não um sonho idealista.”
A apresentação nas Nações Unidas não foi apenas celebrada pelo seu impacto estético, mas também pelo seu mensagem universal.
“Gotasi e todos os Piramidistas trouxeram às Nações Unidas algo que não estava na agenda: a vibração da arte como instrumento de paz e unidade”, afirmou um dos organizadores.
Com este marco, o Piramidismo Cromático projeta-se como um movimento de vocação global, capaz de dialogar com as culturas do mundo a partir de uma visão profundamente latino-americana, espiritual e transformadora.
A arte vibrou nas Nações Unidas. E o mundo começou a escutar.