Criador do movimento Piramidismo Cromático lança projeto global que une arte, ética e espiritualidade

Um novo movimento artístico está ganhando destaque internacional por propor uma ponte entre expressão estética e consciência humana. O criador do Piramidismo Cromático, Mestre Gotasi, apresenta o projeto “21 Vibrações para a Felicidade”, uma iniciativa que busca usar as cores e as formas como instrumentos de transformação interior e conexão entre culturas.

Uma arte guiada por valores universais

Sob a direção de Carol Chacón, da organização Walking Through Art, o projeto reúne uma série de obras que traduzem princípios éticos em linguagem visual. Cada pintura representa uma “frequência vibracional”, inspirada nos 21 preceitos do livro O Caminho da Felicidade, do autor L. Ron Hubbard, que propõe uma vida guiada por honestidade, empatia e respeito.

Para Carol Chacón, a arte contemporânea pode ser mais do que contemplação:

“É um ato de serviço e consciência. Quando o artista se conecta a valores humanos, o resultado ultrapassa a tela e toca o espírito.”

Do estético ao espiritual

O Piramidismo Cromático, criado pelo artista Gotasi, parte do princípio de que a cor possui energia capaz de elevar a mente e restaurar o equilíbrio emocional. Essa visão serve de base para “21 Vibrações para a Felicidade”, no qual cada obra busca despertar sensações de harmonia e inspiração em quem a observa.

A proposta tem sido reconhecida por sua abordagem inovadora, que combina arte, filosofia e propósito social. O projeto também inclui debates e ações educativas voltadas à ética e à cultura de paz.

Concurso Internacional de Arte Ética e Vibracional

Como desdobramento da iniciativa, a Walking Through Art anunciou o Concurso Mundial de Arte Ética e Vibracional, aberto a artistas de todos os continentes. A meta é incentivar produções que transmitam mensagens positivas e que explorem o poder transformador da arte.

Arte como energia viva

Mais do que um conjunto de obras, “21 Vibrações para a Felicidade” surge como um manifesto de consciência global, propondo que a arte seja entendida como energia viva —capaz de inspirar empatia, ampliar a percepção e promover a unidade entre povos.

Nas palavras de Carol Chacón, o projeto convida o público a redescobrir o sentido essencial da criação artística: “Fazer da beleza um instrumento de elevação e harmonia para o mundo.”